sábado, 12 de maio de 2012

Mãe – Por Jenfte Alencar



As vezes a gente acaba brigado, discutindo e fazendo coisas que muitas vezes não queremos, tudo isso por algo que nem sempre é tão importante. Muitas vezes deixamos escorrer lágrimas que nunca deveria ter sindo criadas, mais somos humanos, não somos assim tão perfeito, para conseguimos não ferir aqueles que amamos... só desculpa não basta, mais pelo menos é a forma de saber que reconhecemos que erramos e que estamos tentado não errar de novo. Tudo isso é por um único proposito, dizer que te amo, agradecer por tudo, pelos dias de felicidades, pelas brocas, pelos momentos que me suporta, não sei nem como agradecer, como retribuir tudo o que tem feito por mim durante todo esse tempo... posso não ser o filho perfeito, tenho mil e um defeitos, mais ainda bem que você está aqui e me entende, me ensina, me ajudar e me protege, sem você minha vida não teria sentido algum... sei que a divida é grande e que nunca poderei pagar, mas tento a cada dia diminuir, mais não importa o que faça ela sempre acaba crescendo mais e mais...
A correria do dia a dia tira todo o tempo de você, nos afasta um pouco, mais nunca ficamos distantes de mais para não perceber que você existe, criaram um dia pra que possamos te homenagear, um único dia, mais ainda acho muito pouco, por isso prefiro fazer com que todos sejam seu dia, afinal mãe não é só por um dia, uma semana, um mês ou um ano, mãe é pra vida toda.

Feliz dia das Mães.


A todas as mães do mundo e todas as mulheres que um dia serão mãe e em especial a minha querida e amada mãe.
Obrigado por você existir, Te @mo de Mais.

domingo, 15 de abril de 2012

Parabéns Nova Olinda - 55 anos


O sol está se pondo em uma pequena e grande cidade, Nova Olinda, que hoje apaga suas velinhas, Parabéns minha cidade querida. Hoje dia 14 de abril era para ser um dia de festa, comemoração, de sorrir, mais pelo contrario, foi um dia de tristeza, uma nuvens de energias cercava a cidade, ela tentava fazer com que nós, seus moradores, mais antes de tudo seres humanos, analisa-se, pensa-se, refleti-se, sobre o que estamos fazendo com ela? O que estamos fazendo com nós? Onde queremos chegar? O que estamos plantamos é o que realmente desejamos? Enfim em quer queremos transforma nossa cidade, que a cada dia cresce mais e mais e somos NÓS que decidimos como ela deve ser. Afinal como queremos que ela seja? Assim? Está bom?

sábado, 31 de março de 2012

Assim – Por Jenfte Alencar


Sem dúvida eu sou a pessoa mais chata do mundo, mais difícil de entender e compreender, acho que é por isso que nem mesmo eu me entendo. Não sei por que sou assim e nem como posso ser diferente, não existe uma recita de como tem que ser ou como devemos fazer, queria entender melhor o que sou? E por que sou? É esse meu jeito de ser que acaba machucando as pessoas, afastando elas de mim, acho que é por isso que não tenho tantos amigos, e os que tenho posso está perdendo. Queria pelo menos ser um pouco “normal”, mais é difícil. E isso por causa de um silêncio. Silêncio que as vezes não sei como evitar, talvez por que não saiba usar as palavras, as vezes é tanto para perguntar, tento pra dizer que acabo não falando para não machucar pode não ser a coisa certa ou momento certo, se é que exite ambos. É como dizem: existe quatro coisas que não voltam mais depois que as fazemos. 1- uma pedras jogada no rio; 2- uma palavra dita; 3- o tempo que passou; 4- uma oportunidade perdida. Tudo isso se encaixa perfeitamente comigo. Penso um tanto nisso, não, penso tanto que as vezes acabo deixando passar todas por mim e findo fazendo tudo ao contrario. Sei que um pedido de desculpas não muda nada, depois que se fere não da para contornar, o maximo que essas desculpas fazem é amenizar, aliviar a ferida que foi feita, mais para cicatriza por levar anos. São tantas coisas na minha mente que as vezes acabo deixando passar detalhes que talvez sejam fundamentais, as vezes quero ser tão humano e acabo sendo um completo desumano.
Por mais que tente estar com as pessoas, por mais que queira ficar próximos delas acabo criando uma muro entre elas. Uns dizem que quando se gostar queremos estar mais próximo possível, deixar que as pessoas façam parte de você e não só você fazer parte delas, mais eu faço tudo errado e acabo afastando aqueles que querem estar perto de mim criando n muros, tento não machuca-las e é o que mais faço e não importa como seja, pode ser fisco ou não eu, mais eu sempre deixo elas machucadas. Mais afinal que tipo de amigo eu sou? Se é que podemos de dizer que sou amigo!? Que tipo de pessoa eu sou? As vezes quero ser tão “adulto” e acabo sendo um bebe que nem se quer sabe quem é, a única diferença é que eles não machuca aqueles que estão com ele, mais eu sim. As vezes acabo jogando a culpa no cansaço, em uma dor de cabeça, nisso ou naquilo, tenho de ser um só e não importa como esteja, mais como eu sou? Isso é que mais quero saber. É um desafio, difícil mais não impossível, que não final talvez seja o maior ganhador ou não, pois já posso ter perdido muito.